The Carrie Diaries ♡

23 set
Carrie, personagem principal da série.

Carrie, personagem principal da série.

Estive sumida esses tempos pois estava totalmente mergulhada em séries, e não tinha nada que fizesse eu querer gastar meu tempo livre com outra coisa se não alguma série. Terminei de assistir The Walking Dead e New Girl, e comecei a assistir The Carrie Diaries e Apartment 23. Não pensei duas vezes em compartilhar um pouco com vocês a respeito da Carrie. A história se passa no ano de 1984, ela é uma menina de 16 anos que mora com o pai e a irmã, apaixonada por Nova Iorque consegue um estágio numa empresa de Direito em Manhattan, até que um dia conhece Larissa Loughton, Produtora de Moda na Interview Magazine. Larissa vive no mundo que Carrie quer pertencer, com amigos influentes no mundo da Moda, Música e Literatura. Obviamente Larissa não sabe que Carrie tem só 16 anos e a mantem sempre por perto, a levando a festas e eventos incríveis. E então nossa personagem se vê numa vida dupla entre o que ela almeja e o que seu pai planeja para ela.

A bolsa customizada por Carrie também é um importante personagem na série.

A bolsa customizada por Carrie também é um importante personagem na série.

A série é cheia de informações legais, com roupas super fofas, além de ser super divertida, também aborda vários assuntos como a homossexualidade, problemas de família e não saber o que fazer com seu futuro.

Pra quem tem vontade de trabalhar com revistas de Moda, dá pra sentir um gostinho e ficar querendo mais, apesar de ser uma coisa fictícia.

A primeira temporada já acabou e a segunda começa dia 25 de Outubro pela TBS Brasil.

THE CARRIE DIARIES

xx, Lu.

15 Dicas para ser mais feliz.

9 ago

Olá pessoas! Em minhas andanças pela internet me deparei com um texto no Guia Ingresse falando sobre o que você deve abandonar para ser mais feliz, e achei muito legal trazer isso pra vocês. Mas Luana, o que essas “dicas” tem haver com o blog ou com Moda? Bom, é o que eu sempre falo: a minha vontade com o blog sempre foi a de ajudar meus leitores a serem sempre eles mesmos, “livres”, não monótonos… assim, eu pontuei em negrito os itens que tem relação com essa temática!

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor. “Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros.

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso. “A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras…

…sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe! “Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar.

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar. 

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. 

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela. “Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos. 

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas. “A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos.

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar. “A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas.
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado.
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego.

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas.

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Eu sei, eu sei, muitas dessas coisas são difíceis e para alguns pode parecer impossível… mas, com um pouco de força de vontade, podemos conquistar o que quisermos, basta você querer ser uma pessoa melhor.

Por fim, alguns posts onde eu tratei sobre essa temática de ‘ser você mesmo’: O que é ser diferente?, Fuja do seu óbvio…, O que te inspira?. E também fiquem com esse post da Mel, onde ela falou sobre mudanças: Vamos Mudar?.

Espero que façam um ótimo proveito dessas dicas, são coisas simples, mas são valiosas, além de que várias delas nos submetem a desafios pessoais, e isso é bom para um auto conhecimento!

xx, Lu.

Fonte:http://guia.ingresse.com.br/2013/05/15-coisas-que-voce-precisa-abandonar-para-ser-feliz/

A realidade por trás das grandes marcas.

23 jul

trabalho-escravo

Acredito que a maioria das pessoas ouviu falar a respeito dos bolivianos escravos aqui no Brasil, mais especificamente em São Paulo, todo aquele bafafá da Zara e de outras tantas empresas… Antes de tudo quero deixar claro que não estou aqui para fazer denúncias de ninguém, só argumentar.

Os grandes magazines e as grandes marcas, normalmente, compram roupas de diversos fornecedores ou terceirizam oficinas de costura, e deveriam fiscaliza-los para terem noção da origem de cada peça, no entanto as coisas não são assim e demorou muito tempo para esse assunto “estourar” e se tornar importante. O ecologicamente correto, que está tão em alta, está totalmente ligado à mão de obra, e não somente dos trabalhadores dentro de uma confecção, mas também dos trabalhadores do campo que colhem as fibras; e como se não bastasse, dentro do ramo das fibras ainda existem diversos pontos que apontam o ecológico ou não, e isso vale para cada parte do processo de produção de uma roupa (plantação e colheita das fibras, fiação, tecelagem e finalmente confecção). Sim, o assunto é BEM mais expansivo do que parece, não está limitado apenas com visita de fiscais em confecções brasileiras, tem tudo o que cerca uma confecção; também vale lembrar que o auge do trabalho escravo não está concentrado no Brasil (apesar de nosso país ter MUITAS oficinas desse tipo), muitas marcas tem sua fabricação em países pobres, geralmente da Ásia. Trabalhadores que não ganham nem metade do que merecem, trabalhando cerca de 12 horas por dia e ganhando cerca de R$2,00 (por peça) pra produzir uma peça que será vendida por R$100,00.

Não estou aqui “pagando” de santa, também consumo roupas que vem desses trabalhadores, é difícil se desvincular disso, é necessário uma mudança de hábitos e até cultura, passar a consumir peças de costureiras ou confecções locais, onde o trabalho seja justo, as vezes passar até mesmo a fabricar suas próprias roupas. Ou melhor ainda: as grandes marcas e magazines deveriam passar a dar mais importância à origem de suas roupas, já que ela está totalmente ligada a qualidade de cada uma das peças.
Observando as liquidações outro dia fiquei até indignada com o que as marcas fazem com nós mesmos. Não satisfeitas em explorar os trabalhadores, exploram ainda os consumidores… Aquela blusa que custava R$80,00 sendo vendida por R$30,00. Acredito que, se é para cobrar caro nas roupas, que paguem justamente os trabalhadores. Quando consumimos um produto mais caro, que seja um jeans de R$200,00 esperamos uma qualidade relativamente boa por trás dele, e isso não existe quando vem de trabalho escravo.

Exitem muitas coisas a serem discutidas sobre a industria textil, muitas coisas que precisam ser mudadas. Mas esse não é o momento. Para finalizar deixo dois vídeos, o primeiro é do Profissão Repórter e é curto (trata apenas da área têxtil), já o segundo é do A Liga e é mais longo (trata do trabalho escravo em 3 áreas):

 

xx, Lu.

Brechós online

22 jul

Tem aquela peça no armário que queria passar pra frente? Quer uma roupa legal pra usar no final de semana com um precinho bacana? Por que não optar por um brechó online?
Ultimamente a venda e compra de roupas em brechó aumentou muito e as páginas no facebook surgiram como opção pras pessoas anunciarem suas roupas e acessórios.

O primeiro brechó surgiu no século XIX, no Rio de Janeiro, por um mascate chamado Belchior, que começou a vender roupas e acessórios de segunda mão, e só com o tempo foi chamado de “brechó”.

Eu e a Lu entramos nessa onda e criamos uma página pras peças de cada uma. Pra comprar as coisas é só entrar em contato com a gente por comentário nas fotos ou por inbox, tiramos fotos das roupas no corpo, damos mais detalhes, fazemos trocas caso vocês também tenham interesse, enfim, negociamos um bom jeito de todos saírem felizes haha 🙂

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A pagina da Lu é a Uma Dose de Desapegos

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e a minha é a Esquecidos no Varal

Espero que vocês curtam nossas páginas e comprem/troquem nossas coisinhas!
xx, Mel.

Lora Zombie

15 jul

No primeiro e segundo semestre da faculdade eu tive meu primeiro contato com aquarela e, se antes disso eu já admirava ilustrações feitas com esse material, a partir dai eu comecei a dar uma importância muito maior pra esse tipo de trabalho. Obter um bom resultado precisa de técnica, que você adquire com prática ou auxilio de um bom professor (o que sendo bem sincera eu não tive nem um e nem outro).

Esses dias surgiu o link do site da Lora Zombie pra mim e eu fiquei realmente apaixonada pelos trabalhos dela. São obras que você percebe detalhes incríveis, um cuidado, uma delicadeza… Realmente algo que me tocou bastante.

Lora é russa, nascida em 1990, autodidata e se inspira em personagens de quadrinhos, animais, coisas vivenciadas no dia-a-dia e nela mesma (todas as menininhas de cabelo azul são como uma representação dela mesma).

Northern_Whale_by_Lora8

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beach-girl

HERO TIME hAS GONE

hello-kitty

OIL

As ilustrações da Lora não prendem-se somente à tela, ela também transfere seus desenhos pra camisetas e também lançou um livro. Quem quiser conferir mais alguns trabalhos dela, é só clicar aqui.

xx, Mel.

Comic Print

9 jul

Tendo como referencia o Pop Art dos anos 50/60, os Super Heróis e os personagens de quadrinhos que fizeram – e fazem – parte da vida de quase todos nós, o Comic Print vem surgindo desde o ano passado e agora parece estar com força total.

Após o desfile (nada básico) de outono/inverno do Jeremy Scott no ano passado, recheado de cores vibrantes, formas diferentes, paleta Pantone, smiles, emoticons e Bart Simpson, a ideia de utilizar estampas neste gênero foi aceita. Inspirado nos anos 90 (que por sua vez teve muita inspiração nos anos 70, que se você reparar bem tem bastante inspiração na arte dos anos 60 e por ai vai), essa coleção do Scott foi um tanto quanto bem humorada e comunicativa.

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jeremy 4

“It’s so fluffy”

Esta moda que vem com um ar total geek e moderno ao mesmo tempo, está tomando conta das ruas e das vitrines. Tento o Pop Art como uma de suas influências, as cores fortes e vibrantes fazem parte desta moda portanto, investir em combinações com peças neutras é a chave para o sucesso.

Eu que sempre gostei de T-shirts divertidas estou amando esses novos modelos que vem surgindo por ai, mas confesso que tenho um certo medo de imaginar como essas peças serão inseridas em alguns looks e no dia-a-dia das pessoas (talvez fique algo poluído demais).

CP1

CP2

CP3

Mas fica a dica dessa “tendência” que está surgindo e colorindo as ruas e a vida dos adeptos.

xx, Mel.

Helen Rödel.

3 jul
helen

“Estou numa cruzada. Quero desconstruir a ideia que as pessoas têm do tricô e do crochê” – Helen Rödel em entrevista para Bravo em fevereiro de 2012.

No 1º semestre da faculdade uma professora apresentou para a turma a estilista Helen Rödel, eu pensei muitas vezes em compartilhar sobre ela com vocês, mas sempre me esquecia. Helen é brasileira, do Rio Grande do Sul, conhecida internacionalmente pelo trabalho L-I-N-D-O que faz, ela utiliza técnicas de tricô e crochê para criar suas roupas, aplicando-as de formas modernas.

O trabalho de Helen vai contra a concepção do mercado de Moda, onde se pensa no conceito de Fast Fashion ou produção em massa. Ela “retrata” toda a relação entre o criador e a criação (que tem deixado cada vez mais de existir), sendo cada peça única desde a atenção dedicada durante a produção, como no resultado.

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Helen Rödel S/S 2013

Alguns irão reconhecer esse vestido acima, ele foi usado pela Mallu Magalhães no clipe da música Sambinha Bom. Para conferir mais algumas criações da Helen, é só acessar o site da marca, em breve eles também abrirão uma loja online ❤

E para finalizar, quero deixar aqui pra vocês um vídeo que mostra um pouco de todo o processo de criação, além de passar toda a essência da marca, deixando um gostinho de quero muito mais:

xx, Lu.